A Igreja considera o estupro um pecado menor do que a interrupção da gravidez que traria risco de vida à menina.
Excomungaram toda a equipe dos médicos e a mãe dela.
O estuprador não. Tudo bem que a excomunhão é apenas uma punição simbólica, mas esse critério foi uma aberração.
É quase um “Estupra, mas não mata” do Maluf.
Sendo que a legislação brasileira permite o aborto em casos como esse, além de vivermos em um Estado laico.
Leia aqui um cordel sobre o caso que já circula por e-mail.

Mas a Igreja insiste em atrapalhar o desenvolvimento da sociedade desestimulando o controle de natalidade e a prevenção de doenças.
A mesma instituição que tenta impedir as pesquisas com células tronco que podem salvar milhares de vidas e que criticou a recente decisão de Barack Obama de autorizar o uso de verbas federais para esses estudos, o que havia sido proibido por George Bush.
Pra completar, o Vaticano fez uma “homenagem” ao Dia Internacional da Mulher declarando que “a máquina de lavar fez mais pela liberação das mulheres do que a pílula anticoncepcional ou o acesso ao mercado de trabalho”.
Ô diacho!
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